Cardiomiopatia Ditalata...afeta principalmente cães de grande porte.

Cardiomiopatia dilatada é uma doença do coração que se caracteriza pela dilatação do tamanho do coração, perdendo com o tempo a força necessária para bombear o sangue do coração para o resto do corpo.

As paredes do coração, com a evolução da doença, se tornam mais finas e menos elásticas perdendo a força de contração. Com isso o sangue oxigenado não chega ao resto do corpo em quantidade suficiente e quem sofre mais com isso são os rins e pulmões.

Essa dilatação pode estar associada também a arritmias cardíacas complicando ainda mais a função desse órgão. A Cardiomiopatia Dilatada é uma das causas mais comuns de insuficiência cardíaca congestiva em cães de raças grandes e gigantes.

As causas que levam o cão a desenvolver a cardiomiopatia dilatada não são conhecidas, mas existem fatores nutricionais envolvidos (deficiência de taurina e/ou carnitina), doenças imunomediadas, infecções virais, distúrbio genéticos, hipotireoidismo, miocardites entre outros.

No inicio da doença, podemos não perceber nenhum sintoma ou desconforto, mas com a evolução da doença (com o tempo), começamos a perceber os primeiros sintomas como dificuldade respiratória, cansaço fácil, língua azulada, as vezes desmaios e, em alguns casos, podemos sentir a batida do coração irregular (arritmia) ou muito forte, somente encostando a mão no peito deles.

O diagnóstico é feito pelo Médico Veterinário em um exame de rotina, onde percebe essas alterações no ritmo e na frequência cardíaca, e tem a confirmação com exame de Rx de tórax (onde vemos o aumento do tamanho do coração), eletrocardiograma e principalmente com o exame de Ecocardiograma (ultrassom do coração).

Todos os cães afetados com cardiomiopatia dilatada devem ser tratados corrigindo as arritmias, aumentando a força de contração do músculo do coração e evitando o acúmulo de sangue nos pulmões, aliviando o desconforto e melhorando a qualidade de vida.


Por que sua clínica/consultório precisa de um site?

Tente pensar em uma empresa que não tem site? Um blog ou até mesmo uma página no Facebook. Infelizmente no mundo de hoje onde a população está cada vez mais conectada, deixar de ter uma página na web é a mesma coisa que estar dando um passo para trás.


Independente do segmento, local ou tamanho o denominador comum entre todos os negócios de sucesso "ter um site", é a presença digital mínima de que uma empresa precisa.

Normalmente o primeiro obstáculo que vem na cabeça é "Meu consultório é local (bairro ou cidade pequena) não preciso de um site". Você está enganado, nem todo site tem a finalidade de realizar vendas, a maioria serve como um canal de informação, ou seja, um canal a respeito da sua empresa ou serviço. 

Logo após você começa a se perguntar, mais meu consultório/clinica é pequeno, não preciso de uma página na web. Um site para sua empresa faz ela aparecer nos principais sites de busca da internet como o google, bing, yahoo, então pense assim:

Ex.: Uma pessoa está procurando uma clinica próximo ao seu trabalho, mais não quer sair procurando naqueles livros do convênio ou se a pessoa não tiver convênio é normal nos dias de hoje ela/ele procurar em algum buscador a clinica mais próxima.


Começou a pensar na ideia? Veja o que não pode faltar no seu site.

1. Seja responsivo: Um site responsivo, nada mais é do que aquele site que se adéqua a todos os formatos de dispositivos, ou seja, seu site vai ficar de fácil leitura tanto num celular como tablet, desktop.

2. Mostre a eles os seus serviços/estrutura: No site você consegue listar as principais atividades que você possui na sua clinica como: serviços de análise, exames, especialidades que a sua clinica/consultório atendem entre outros, aumentando assim o conhecimento daquele público sobre seu serviço.

3. Contato/localização: Todo site possui um campo de contato e localização, as vezes esse recurso pode ser junto como em campos separados, no entanto tem a mesma finalidade ajudar seu cliente a chegar na sua empresa, fornecendo informações como telefone, endereço e um mapa de como chegar.

4. Convênios: Mostre para os seus clientes os convênios que vocês tem parceria além dos serviços que vocês já oferecem, quanto mais informações, mais fácil ficará para o paciente decidir pela sua empresa.

5. Engaje seus clientes: Um site pode ajudar a sua empresa a gerar conteúdo relevante para a seu público, pode ser através de um blog ou de uma área de notícias. 

O que é conteúdo relevante: são noticias, comunicados, sobre a sua área de especialidade ou sobre o mundo visando informar a comunidade. Esse tipo de material gera bastante engajamento da população e faz com que sua empresa seja encontrada mais facilmente, além de gerar visão positiva.




O que é Fibrilação Atrial ou FA


A fibrilação Atrial nada mais é do que um tipo comum de arritmia cardíaca, onde os batimentos do coração batem mais rápidos e irregulares. A Fibrilação Atrial ou FA como também é conhecida afeta hoje aproximadamente 175 milhões de pessoas, além de ser considerada a segunda maior causadora de mortes no mundo.

Como é causada a Fibrilação Atrial?

A fibrilação atrial ocorre quando as os átrios do coração ( cavidade do coração que recebe o sangue venoso, proveniente da veia cava inferior e veia cava superior), não se contraem em um ritmo sincronizado, e tremulam ou “fibrilam”.  Assim, o sangue não é bombeado de forma eficiente para o resto do corpo.


Principais causas da Fibrilação Atrial:


Um dos principais fatores que levam uma pessoa a sofrer de FA infelizmente é a idade. Em mais de 70% dos casos de FA os pacientes tem mais 65 anos, menos de 0,1% da população abaixo dos 55 anos tem fibrilação atrial.

Outro fator importante é em pacientes que sofrem de Hipertensão Arterial, normalmente naqueles que já possuem a doença a muito tempo (tem os átrios do coração um pouco mais dilatados) e aquelas pessoas que não conseguem controlar a pressão nem com medicação, nem mudando o estilo de vida.

Outros fatores que também podem causar a FA: existência de outras doença cardíaca (problemas cardíacos de válvulas, cardiopatias congênitas, insuficiência cardíaca congestiva, entre outras) e doenças crônicas como apneia do sono, hipertiroidismo, diabetes, insuficiência renal entre outros.

Quais são os principais sintomas:


  • Sensação de palpitações no coração, que podem incluir batimento cardíaco irregular, abafado ou latejante;
  • Coração Acelerado;
  • Desconforto no peito ou dor;
  • Desmaios, atordoamento ou tontura;
  • Fadiga, falta de ar ou fraqueza.

Fibrilação Atrial x AVC 



O AVC inicia-se no momento em que os átrios perdem a capacidade de contrair de forma ritmada e começam a fibrilar ), deixando de enviar de forma regular sangue para o ventrículo. Assim, o sangue, ao ficar estagnado e criar grandes coágulos. São estes coágulos que acabam por se soltar, entram na circulação sanguínea e bloqueiam grandes artérias do cérebro, provocando o Acidente Vascular Cerebral.


O diagnóstico cedo da Fibrilação Atrial é uma peça fundamental para prevenção de AVC.

O que é a Cardiomiopatia Hipertrófica em gatos?

Cardiomiopatia Hipertrófica Felina (CMH) é a doença cardíaca mais comum observada em felinos. Pode ser de origem familiar ou desconhecida ou então secundária a outras doenças como Hipertireoidismo, Doença Renal Crônica, Hipertensão Arterial entre outras.


A principal característica da Cardiomiopatia Hipertrófica Felina é o espessamento excessivo da parede do coração esquerdo. Este espessamento produz o enrijecimento da musculatura cardíaca e impede a dilatação adequada do coração. Ela também pode interferir no correto funcionamento das válvulas cardíacas e em alguns casos obstruir o fluxo de sangue que sai do coração.

Diagnóstico:

O diagnóstico se dá pelo exame clínico (perda de peso que pode ocorrer principalmente no Hipertireoidismo), auscultação dos batimentos cardíacos (presença de sopro), exame de Eletrocardiograma (arritmias), Rx de tórax (aumento do tamanho do coração e possíveis alterações em pulmões – edema e efusão), pressão arterial aumentada e histórico familiar (muito comum em felinos jovens da raça Maine Coon) entre outros. A confirmação do diagnóstico ocorre com o exame de Ecocardiograma.

Sintomas:

Um gato com cardiomiopatia hipertrófica pode não apresentar sintomas e ter morte súbita ou em outros casos, podemos observar alguns sinais de evolução da doença, como descritos abaixo:

- Diminuição da atividade física (fica mais preguiçoso e/ou cansado)
- Falta de apetite.
- Perda de peso.
- Respiração rápida e dificultada (casos mais graves de edema pulmonar ou efusão pleural)
- Língua roxa (não fica mais rosada) e as vezes respirando com a boca aberta.
- Arritmia cardíaca.
- Engasgos frequentes (muito raro).
- Paralisia súbita das patas traseiras acompanhada de muita dor provocada pela presença de trombos (o gato grita de dor).

Raças propensas a Cardiomiopatia Hipertrófica:

No Brasil temos observado uma alta incidência nos gatos gigantes e aqueles da raça Maine Coon e de seus cruzamentos.


Como é o tratamento?

Gatos assintomáticos podem não precisar de tratamento, mas devem ser monitorados periodicamente (cada 2 a 3 meses). Infelizmente essa patologia não tem cura e o tratamento é instituído para aliviar ou diminuir os sintomas. Quando secundário ao Hipertireoidismo ou outra causa, essa doença primária deve ser tratada para evitar a progressão da hipertrofia. O tratamento instituídos na maioria dos casos é com o intuito de diminuir a pressão arterial, controlar as possíveis arritmias e diminuir os efeitos da insuficiência cardíaca como edema, efusão pleural e formação de trombos.

Que tal conhecer algumas frutas que ajudam na desintoxicação do nosso organismo?!

É considerado uma intoxicação alimentar toda doença causada por qualquer tipo de alimento que contenha organismos prejudiciais para o nosso corpo, como fungos, bactérias, parasitas ou vírus.

Os principais sintomas da intoxicação alimentar geralmente afetam o estômago e intestinos, sendo que o sinal mais comum é a diarreia. Outros sintomas incluem:
  • Náusea
  • Vômitos
  • Diarreia aquosa
  • Dor abdominal e cólicas
  • Febre.

Esses sintomas podem começar dentro de horas após a ingestão do alimento contaminado, como pode demorar dias ou até mesmo semanas em alguns casos. A intoxicação alimentar geralmente dura de um a 10 dias. Tudo depende do organismo que te infectou e quais as suas condições de saúde no geral.


A desintoxicação consiste em eliminar as toxinas acumuladas no organismo, através da ingestão de alimentos ricos em substâncias que favorecem a digestão, e ajudam no processo de desintoxicação. Escolha sempre as frutas e verduras de origem orgânicas, onde é possível diminuir a ingestão de agrotóxicos. Confira as frutas que mais vão te ajudar nesse processo e inclua no seu cardápio!

Abacaxi - É rico na enzima bromelina, que tem propriedade de quebrar as proteínas, facilitando a digestão.


Melancia - Tem propriedade diurética e ajuda a diminuir a compulsão por doces por ser uma fruta mais doce;

Pera - É repleta de pectina, uma fibra solúvel que impede que o corpo absorva carboidrato e gordura.

Maçã - Rica em fibras a maçã quando ingerida funciona como uma esponja, ou seja, ela sai limpando nosso sangue do colesterol ruim;

Laranja - muitas pessoas se esquecem mais a laranja é uma das frutas com maior poder desintoxicante além de ajudar no melhor funcionamento do intestino.

Pensando em você, separamos uma receita de suco desintoxicante e digestivo super fácil de fazer, lembrando que o consumo de sucos estilo detox é de 1x por semana.

Suco desintoxicante e digestivo

  • 1 xícara (chá) de abacaxi em cubos
  • 1 cenoura
  • 1 xícara (chá) de talos de erva doce
  • 1 suco de limão e raspas da casca

Modo de fazer:

Bata em uma centrífuga ou em um liquidificador todos os ingredientes com um pouco de água filtrada ou água de coco. Para deixar o suco mais cremoso, utilize a medida de meio copo. Evite usar açúcar e adoçantes.