Você sabia que o seu cãozinho corre o risco de ter doenças do coração, igualzinho a gente?


Os problemas não são hereditários nem de nascença. Dependendo do tipo de vida que eles levam, podem ser adquiridos com o passar do tempo. Mas, fique tranquilo : tem tratamento. Como o homem, o cão sofre de problemas do coração. Um em cada 10 cachorros desenvolve doenças cardíacas. Em mais de 90% dos casos, as cardiopatias não são congênitas.

Segundo o veterinário Mário Marcondes dos Santos, uma das maiores causas de óbito de animais idosos é o problema cardíaco. A partir dos sete anos de idade, eles já são considerados idosos. Então, nessa faixa etária, dê uma atenção especial ao seu cãozinho. Existem dois tipos de doenças cardíacas mais comuns em cães: a degeneração da válvula mitral e a cardiomiopatia dilatada.

A degeneração da válvula mitral provoca refluxo de sangue dentro do coração e pode levar à morte. É mais frequente em raças de pequeno porte, como o poodle. Já a cardiomiopatia dilatada é uma disfunção do miocárdio (a camada média e mais espessa da parede do coração, formada por músculo cardíaco). Esse problema faz com que o coração perca a capacidade de pulsar. Neste caso, as raças de grande porte são as mais atingidas como o boxer.

Os sintomas nas duas doenças cardíacas são: tosse, dificuldade respiratória ou cansaço, patinhas inchadas, barriga inchada, desmaio ou mucosas roxas. O animal recebe a medicação adequada e, dependendo da fase da doença, é indicada também uma dieta. Hoje, existem rações especialmente formuladas por nutricionistas e veterinários, rações terapêuticas, rações feitas para o animal que tem problemas no coração.



Exercício físico também é importante, pois ajuda a liberar no organismo algumas substâncias que vão proporcionar ao animal uma qualidade de vida melhor. Tomando os cuidados necessários, seu cão pode viver por muito tempo.

Quem vai viajar e levar ou deixar o cãozinho.


Para quem vai levar o animal:


- Use caixas de transporte ou no banco de trás do carro;


- Se ele não for acostumado a viajar de carro ou de avião, leve ao veterinário para que ele tome um remédio para não enjoar;


- Não dê comida pelo menos três horas antes de ir viajar para evitar enjoo;


- Se a viagem durar mais de uma hora, é bom dar uma parada para o xixi e para dar um pouco de água ao cachorro;


- Se andar com o ar condicionado ligado, desligue um pouco antes de chegar ao seu destino, para que o animal não tenha um choque com a temperatura;


- Se o carro não tiver ar condicionado, tome cuidado para que a temperatura dentro do carro não fique muito quente;


Para quem vai deixar o cachorro em casa:


- Se possível, deixe o cachorro com alguém conhecido, para que ele não sinta tanto a ausência do dono ou escolha hotéis especializados;


- Deixe algum telefone de contato, de alguém conhecido do cachorro, caso aconteça algum imprevisto com o animal;


- Opte por um hotel em que o animal receba atenção individual diariamente.

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